Parque Centenário - Barra Mansa RJ

O terreno onde hoje se encontra o Parque Centenário, era apenas um brejo no início do século XIX, trazendo um desconforto para população que sofria com o mal cheiro e os mosquitos. O então presidente da Câmara Municipal, Joaquim Leite Ribeiro de Almeida, convidou o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, para fazer o projeto do Parque. Após a conclusão do projeto em 1874, Glaziou deu início ao plantio do local com as várias mudas trazidas de outros países. O projeto inspirado nos parques franceses, com um lago e uma ponte chinesa, contava ainda com um coreto para as apresentações musicais e quatro estátuas em porcelana de Sevres, colocada uma em cada canto do parque, representando as quatro estações do ano. Com o passar dos anos, o parque foi descaracterizado pelas inúmeras reformas feitas, fazendo com que desaparecessem as quatro estátuas em porcelana, e chegando ao ponto de ter em seu interior, banheiros públicos e quadra de esportes, mas felizmente essas construções já não existem, graças a última reforma feita em 1991 que contou com o trabalho do paisagista Burle Marx. O Parque inicialmente conhecido como "Jardim de Baixo", já que havia o "Jardim de Cima" no largo da Matriz, recebeu o nome de "Parque Centenário" em 1922, em homenagem ao centenário da Independência do Brasil. Ao visitar o Parque, o visitante encontrará o antigo Coreto para apresentações musicais, dois monumentos; um em homenagem ao fundador da cidade, Custódio Ferreira Leite, e o outro em homenagem ao primeiro centenário do município. Também há 36 espécies arbóreas, e algumas espécies de animais, entre eles a Preguiça, animal esse que faz com que o Parque seja popularmente chamado de “Jardim das Preguiças”. Localiza-se no centro da cidade.

2 comentários:

Anônimo disse...

Nasci nessa cidade em 1952 e ao contrário do que disseram na reportagem da Globo, que as preguiças são de 1970, pois me lembro da existência das mesmas em 1958, quando eu tinha 6 anos, e meu pai me levava a esse jardim para ver os animais, entre elas a preguiça, que nunca esqueci. Ubirajara Kelly

Anônimo disse...

Concordo plenamente com o Ubirajara Kelly pois nasci em 1949 e meu pai também me levava aos domingos para ver as preguiças com cinco anos de idade. Oswaldo Carlos Baptista Ferreira